ONU: 18 manifestantes executados no Irã desde janeiro
ONU: 18 manifestantes executados no Irã desde janeiro

Pelo menos 18 manifestantes foram executados no Irã desde janeiro, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU). O número alarmante foi divulgado em meio a crescentes denúncias de violações de direitos humanos no país. Organizações de direitos humanos indicam que o Irã é o país que mais frequentemente aplica a pena de morte depois da China.

Repressão intensificada

Desde o início do ano, o regime iraniano intensificou a repressão contra protestos, com prisões em massa e restrições severas ao espaço cívico. A execução de um homem ligado ao Mossad, serviço de inteligência israelense, ilustra a severidade das penas aplicadas. A Anistia Internacional destaca que mais de mil execuções foram realizadas em 2025, revelando o uso político desse recurso.

Contexto global

O Irã ocupa o segundo lugar no ranking mundial de execuções, atrás apenas da China. A comunidade internacional tem pressionado o governo iraniano para que cesse as execuções e respeite os direitos humanos. No entanto, as autoridades iranianas justificam as medidas como necessárias para a segurança nacional.

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Protestos em diversas partes do mundo, como o ocorrido em Roma contra as execuções no Irã, demonstram a indignação global. A ONU continua monitorando a situação e pede o fim imediato das execuções.

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