Sem sucesso nos gramados, China redefine papel econômico na Copa
China redefine papel econômico na Copa do Mundo 2026

A China, mais uma vez, não conseguiu classificar sua seleção masculina de futebol para a Copa do Mundo, mas isso não a impede de marcar presença no torneio. Pelo contrário, o país asiático redefine seu papel na competição, agora focado no poder econômico e tecnológico.

Desde 2002, quando sediou o evento e participou pela primeira e única vez, a China não consegue vaga nas eliminatórias. No entanto, o investimento chinês na Copa permanece bilionário. Para o Mundial de 2026, o número de patrocinadores chineses caiu de quatro para três, mas o montante total investido ainda é de US$ 1,4 bilhão, segundo estimativas.

Tecnologia chinesa em destaque

Além do patrocínio, a China se destaca pelo fornecimento de tecnologia de ponta. Empresas como a Hisense e a Lenovo estão entre as fornecedoras de equipamentos para o VAR (árbitro de vídeo) e de avatares hiper-realistas para os atletas. Essas inovações colocam o país como um player relevante na modernização do futebol mundial.

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A Hisense, conhecida por seus televisores e eletrônicos, fornecerá telas e sistemas de exibição para as cabines do VAR. Já a Lenovo, gigante da computação, desenvolverá avatares digitais que permitirão interações virtuais dos jogadores com torcedores e patrocinadores.

Presença econômica e estratégica

Embora a seleção chinesa não esteja em campo, a presença do país no evento é estratégica. A Copa do Mundo é uma vitrine para marcas chinesas expandirem seu alcance global. Além disso, a China busca associar sua imagem a inovação e desenvolvimento tecnológico, setores nos quais tem investido pesadamente.

O investimento total chinês em patrocínios e tecnologia para a Copa de 2026 reflete a ambição do país de ser reconhecido não apenas como potência econômica, mas também como líder em inovação. Mesmo sem sucesso nos gramados, a China joga um papel importante nos bastidores do maior evento esportivo do planeta.

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