Maria Esther Bueno, considerada a maior tenista do Brasil e uma das melhores do mundo, escreveu seu nome no panteão dos grandes esportistas nacionais. Sua carreira brilhante inclui três títulos de Wimbledon, quatro do US Open e um total de 19 títulos de Grand Slam. Essas conquistas não apenas marcaram a história do tênis, mas também representaram um avanço significativo para os esportes femininos no País.
Trajetória vitoriosa
Nascida em São Paulo, Maria Esther começou a jogar tênis ainda jovem e rapidamente se destacou. Em 1958, aos 18 anos, conquistou seu primeiro título de Grand Slam, o US Open, repetindo o feito nos anos seguintes. Em Wimbledon, foi campeã em 1959, 1960 e 1963. Além disso, venceu o Torneio de Roland Garros e o Australian Open, consolidando seu domínio no cenário internacional.
Reconhecimento e legado
As vitórias de Maria Esther Bueno estamparam as páginas do jornal O Estado de S. Paulo, que acompanhou cada passo de sua carreira. Em 1959, o periódico destacou suas conquistas em Wimbledon e no US Open, com fotos históricas do acervo. Em 1960, nova vitória em Wimbledon foi celebrada. Em 1963, o terceiro título em Wimbledon. Em 1964, mais um US Open. Cada foto e reportagem eternizou o talento da tenista.
- 1958: Primeiro título do US Open
- 1959: Bicampeã em Wimbledon e no US Open
- 1960: Tricampeã em Wimbledon
- 1963: Terceiro título em Wimbledon
- 1964: Quarto título do US Open
Maria Esther Bueno também foi pioneira ao vencer títulos de duplas, totalizando 19 Grand Slams. Sua técnica apurada e elegância em quadra a tornaram ídolo no Brasil e no exterior. Após encerrar a carreira, continuou a inspirar novas gerações, sendo homenageada em diversos eventos e recebendo prêmios pelo conjunto da obra.
Impacto no esporte feminino
As conquistas de Maria Esther Bueno abriram portas para o tênis feminino no Brasil. Em uma época com poucos recursos e apoio, ela mostrou que era possível competir em alto nível. Sua determinação e sucesso incentivaram meninas a praticar o esporte, contribuindo para o crescimento da modalidade no país.
O legado de Maria Esther Bueno permanece vivo. Ela é lembrada como uma das maiores tenistas de todos os tempos, e sua história continua a ser contada em reportagens, livros e documentários. O acervo do Estadão, com fotos e matérias de época, é um tesouro que preserva a memória dessa lenda.



