BNDES e MCTI destinam R$ 640 milhões à Embrapii para inovação industrial
BNDES e MCTI destinam R$ 640 mi à Embrapii para inovação

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) anunciaram um aporte conjunto de R$ 640 milhões na Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). O recurso será destinado a projetos estruturantes de pesquisa, desenvolvimento e inovação, conforme modelo que envolve cooperação entre empresas e Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) credenciadas como unidades Embrapii.

Detalhamento dos recursos

Do total, R$ 440 milhões virão do MCTI, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), e R$ 200 milhões do BNDES. O anúncio foi feito pela ministra do MCTI, Luciana Santos, e pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

“Esses recursos que anunciamos permitirão à Embrapii ampliar o número de projetos de inovação em empresas brasileiras, fortalecendo cadeias produtivas e contribuindo com a industrialização brasileira, em bases sustentáveis, tecnológicas e inclusivas. Além disso, serão credenciados novos Centros de Competência Embrapii, para fomentar o desenvolvimento de tecnologias de fronteira em áreas como hidrogênio verde, inteligência artificial e minerais críticos e estratégicos”, destacou a ministra Luciana Santos.

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Impacto na competitividade industrial

Para o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação impulsionam a capacidade do Brasil de competir, produzir e liderar em setores estratégicos. “Com este aporte conjunto, estamos fortalecendo a conexão entre empresas e instituições de ciência e tecnologia para transformar conhecimento em soluções, aumentar a produtividade da indústria e gerar empregos de qualidade. O desenvolvimento passa pela inovação e nosso papel é ampliar os instrumentos e os recursos que permitam que ela aconteça em escala”, afirmou Mercadante.

O modelo Embrapii já credenciou dezenas de unidades em todo o Brasil, envolvendo ICTs como institutos de pesquisa e universidades. Com o novo aporte, a expectativa é ampliar o número de projetos e credenciar novos centros focados em tecnologias emergentes.

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