A eliminação da Coreia do Sul na Copa do Mundo de 2026 desencadeou uma crise que vai além do campo. O técnico Hong Myung-bo tornou-se alvo de ameaças de morte nas redes sociais e é investigado pela polícia por supostas irregularidades em sua contratação.
Ameaças e investigação policial
Hong Myung-bo enfrenta uma crise dentro e fora de campo. A polícia sul-coreana abriu inquérito para apurar as denúncias de ameaças de morte contra o treinador, além de investigar possíveis ilegalidades no processo que o levou ao cargo. A segurança do técnico foi reforçada para seu retorno ao país.
Irregularidades na contratação
Um tribunal sul-coreano apontou ilegalidades na escolha de Hong Myung-bo como técnico da seleção. A Associação Coreana de Futebol (KFA) é alvo de críticas por supostamente ter favorecido o ex-jogador em detrimento de outros candidatos. A investigação policial busca esclarecer se houve tráfico de influência ou corrupção no processo seletivo.
Protestos e decepção dos torcedores
Os protestos contra a KFA e o técnico se intensificaram após a eliminação precoce na Copa. Torcedores sul-coreanos expressaram sua frustração nas ruas e nas redes sociais, exigindo a renúncia de Hong e a reestruturação da federação. A eliminação, considerada um fracasso, reacendeu o debate sobre a gestão do futebol no país.
Monitoramento da segurança
As autoridades monitoram de perto a segurança de Hong Myung-bo, que já recebeu ameaças explícitas de morte. A polícia identificou alguns dos suspeitos e trabalha para evitar qualquer atentado. O clima de tensão reflete a insatisfação generalizada com o desempenho da equipe na competição.



