A seleção brasileira foi eliminada nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 ao perder por 2 a 1 para a Noruega, em partida que ficou marcada pela posse de bola mais baixa do Brasil em toda a história do torneio: apenas 34%. O dado, registrado pela Opta desde o início do monitoramento, reflete o domínio norueguês no jogo, que realizou 680 passes contra 329 do Brasil.
Plano norueguês e atuação de Haaland
O técnico da Noruega, Ståle Solbakken, revelou após a partida que a estratégia era manter a posse de bola para desgastar o Brasil e neutralizar seus contra-ataques. "Nosso plano perfeito era controlar o jogo, cansar a defesa brasileira e explorar a eficiência de Erling Haaland nos minutos finais", afirmou Solbakken. O plano funcionou: a Noruega marcou dois gols nos minutos finais, virando o placar.
Desempenho brasileiro e reação
O Brasil saiu na frente com um gol de Raphinha, mas não conseguiu manter a vantagem. A posse de bola reduzida impediu a criação de jogadas ofensivas, e a defesa brasileira sucumbiu à pressão norueguesa. Neymar, em lágrimas ao final, foi consolado por Raphinha. Esta foi a primeira vez que o Brasil não chegou às quartas de final desde 1990.
Impacto e estatísticas
Além da posse de bola recorde baixa, o Brasil finalizou apenas 8 vezes contra 15 da Noruega. A eficiência de Haaland foi crucial: o atacante marcou um gol e deu assistência para o outro. A eliminação precoce acende alerta na CBF sobre a necessidade de reavaliar a estratégia para os próximos ciclos.



