Fifa adota nomes genéricos para estádios da Copa de 2026
Fifa adota nomes genéricos para estádios da Copa 2026

A Fifa adotou uma estratégia de nomenclatura para os estádios da Copa do Mundo de 2026 que prioriza cidades globalmente reconhecidas, mesmo que as arenas estejam localizadas em municípios vizinhos. A prática, que já havia sido utilizada em edições anteriores, gera imprecisões geográficas e confusão entre torcedores e turistas.

Exemplos de nomes genéricos

O SoFi Stadium, por exemplo, foi batizado como Estádio de Los Angeles, embora esteja situado em Inglewood, uma cidade distinta a cerca de 10 quilômetros do centro de Los Angeles. Da mesma forma, o MetLife Stadium, que sediará jogos do torneio, recebeu o nome de Estádio de Nova York Nova Jersey, apesar de ficar em East Rutherford, Nova Jersey, a aproximadamente 15 quilômetros de Manhattan.

Outro caso é o AT&T Stadium, em Arlington, que foi designado como Estádio de Dallas, mesmo não estando dentro dos limites da cidade de Dallas. A decisão segue uma tendência de usar referências urbanas amplamente conhecidas para facilitar a identificação global, mas ignora as fronteiras municipais reais.

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Impacto e críticas

Segundo especialistas em geografia e turismo, a prática pode desorientar visitantes que tentam localizar os estádios com base nos nomes oficiais. "A Fifa prioriza o marketing em detrimento da precisão geográfica", afirmou um analista de eventos esportivos. A entidade, no entanto, defende que os nomes genéricos ajudam a promover as regiões metropolitanas como um todo.

A Copa do Mundo de 2026 será sediada por Estados Unidos, Canadá e México, e a adoção de nomes genéricos não é inédita: em 1994, o Rose Bowl foi chamado de Estádio de Pasadena, mas a cidade-sede oficial era Los Angeles.

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