No julgamento sobre a morte de Diego Maradona, o ex-terapeuta do ídolo argentino, Carlos Cottaro, prestou um depoimento contundente. Ele afirmou que o secretário particular de Maradona, Maximiliano Pomargo, exercia controle rigoroso sobre quem podia visitar o ex-jogador, incluindo suas próprias filhas. Segundo Cottaro, Pomargo decidia se as filhas de Maradona podiam vê-lo ou não, e até manipulava as ligações telefônicas.
Condições precárias na residência
Além do controle sobre as visitas, Cottaro descreveu as condições precárias da casa onde Maradona ficou internado após passar por uma neurocirurgia. O ex-terapeuta afirmou que o local era sujo e carecia de suprimentos médicos essenciais, o que pode ter contribuído para a deterioração da saúde do astro.
Outras testemunhas corroboram
Outras testemunhas também prestaram depoimentos semelhantes, reforçando a narrativa de negligência e abandono. O julgamento, que ocorre na Argentina, tem atraído grande atenção da mídia e dos fãs de Maradona, que pedem justiça.
Acusações e possíveis penas
Sete profissionais de saúde enfrentam acusações de homicídio culposo com dolo, podendo pegar até 25 anos de prisão se condenados. O caso continua a gerar repercussão, com novos depoimentos sendo ouvidos nos próximos dias.



