Ex-jogadores de Copa do Mundo viram agente funerário, pescador e pastor
Ex-jogadores de Copa: de agente funerário a pastor

Carreiras inusitadas de ex-jogadores de Copas do Mundo

Após encerrarem suas carreiras nos gramados, diversos jogadores que disputaram Copas do Mundo optaram por profissões totalmente diferentes do futebol. De agente funerário a pescador, passando por lutador de WWE e pastor, esses atletas mostram que a vida após o esporte pode tomar rumos surpreendentes.

Ray Wilson: de campeão mundial a agente funerário

O inglês Ray Wilson, campeão do mundo pela Inglaterra em 1966, tornou-se agente funerário após pendurar as chuteiras. Ele trabalhou em uma funerária em Huddersfield, sua cidade natal, até se aposentar.

Wilson Piazza: dono de postos de gasolina

O brasileiro Wilson Piazza, que levantou a taça em 1970 com a Seleção Brasileira, tornou-se empresário do ramo de combustíveis, sendo proprietário de postos de gasolina em Minas Gerais.

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Fábio Coentrão: de lateral a pescador

O português Fábio Coentrão, que disputou a Copa de 2014, trocou os gramados pelo mar. Ele se tornou pescador profissional na região de Vila do Conde, em Portugal, onde vive tranquilamente.

Tim Wiese: goleiro vira lutador de WWE

O alemão Tim Wiese, que foi goleiro da seleção alemã e disputou a Copa de 2010, surpreendeu ao se tornar lutador profissional na WWE. Ele participou de eventos como o SummerSlam.

Taribo West: de zagueiro a pastor

O nigeriano Taribo West, que jogou as Copas de 1998 e 2002, tornou-se pastor evangélico. Ele fundou sua própria igreja em Lagos e dedica-se à pregação religiosa.

Gabriel Batistuta: fazendeiro na Argentina

O argentino Gabriel Batistuta, ídolo da seleção argentina e participante de três Copas (1994, 1998, 2002), investiu em terras e tornou-se fazendeiro, criando gado e cultivando lavouras.

Stéphane Guivarc'h: vendedor de piscinas

O francês Stéphane Guivarc'h, artilheiro da França na Copa de 1998, atualmente trabalha com vendas de piscinas. Ele atua em uma empresa especializada em piscinas e spas.

Félix: goleiro de 1970 virou comerciante de automóveis

O goleiro Félix, campeão do mundo em 1970 pelo Brasil, trabalhou com automóveis após a carreira. Ele foi proprietário de uma loja de veículos em São Paulo.

Esses exemplos mostram que a vida de ex-jogadores de Copa do Mundo pode tomar rumos inusitados, provando que o talento para o futebol não limita as possibilidades profissionais no pós-carreira.

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