Copa do Mundo 2026: guia para conversar sobre futebol sem ser fã
Copa do Mundo 2026: guia para conversar sobre futebol

A Copa do Mundo de 2026 está chegando, e mesmo quem não é fã de futebol pode se sentir envolvido pelas conversas sobre o torneio. Para ajudar você a participar das discussões, preparamos um guia com sete tópicos essenciais que farão você parecer um especialista no assunto.

A maior Copa de todas

Pela primeira vez, a Copa do Mundo será sediada por três países: Estados Unidos, Canadá e México. Além disso, o torneio foi expandido de 32 para 48 seleções, aumentando o número de partidas. Críticos apontam que a qualidade pode ser diluída, mas países como Cabo Verde, Curaçao, Jordânia e Uzbequistão celebram suas estreias. A final será em Nova Jersey, com um show no intervalo inspirado no Super Bowl, com atrações como Madonna, Shakira e BTS.

A despedida de duas lendas

Cristiano Ronaldo, de 41 anos, e Lionel Messi, que fará 39 anos durante o torneio, lideram Portugal e Argentina, respectivamente. Ronaldo já confirmou que esta será sua última Copa, e muitos acreditam que Messi também se despedirá. Ambos podem se tornar os primeiros jogadores a participar de seis edições do torneio. O goleiro mexicano Guillermo Ochoa, de 40 anos, também busca esse marco.

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Pressão sobre os anfitriões

Historicamente, sediar a Copa dá vantagem, mas edições recentes mostram o contrário: África do Sul (2010) e Catar (2022) caíram cedo, e Brasil (2014) sofreu goleada histórica. México avançou às oitavas em 1970 e 1986, EUA fizeram o mesmo em 1994, e o Canadá sedia pela primeira vez.

Torcidas latino-americanas

Os argentinos são conhecidos por sua paixão, mas os brasileiros transformam cada jogo em um carnaval com samba. O México, no Estádio Azteca, revive momentos históricos, como a final de 1970 e o gol de Maradona em 1986. A Inglaterra pode reencontrar o estádio nas oitavas de final.

Prêmios para os jogadores

Além do título, os jogadores recebem bônus financeiros, que variam por país. A Alemanha é uma das mais transparentes: cada jogador do título de 2014 ganhou 300 mil euros. Em 2014, jogadores de Camarões, Gana e Nigéria tiveram disputas com suas federações por pagamentos.

Técnicos campeões

Didier Deschamps, da França, integra um seleto grupo de três pessoas que venceram a Copa como jogador e técnico, ao lado de Zagallo e Beckenbauer. Vários outros treinadores já atuaram em Copas, muitos comandando as mesmas seleções que defenderam, com exceções como Mauricio Pochettino, que dirige os EUA mas jogou pela Argentina.

Uma estrela improvável

Enquanto Ronaldo e Messi têm mais de meio bilhão de seguidores no Instagram, o zagueiro neozelandês Tim Payne tinha menos de 5 mil. Após campanha do influenciador argentino Valen Scarsini, Payne agora ultrapassa 4 milhões de seguidores, tornando-se uma sensação inesperada.

Este guia foi elaborado com base em informações originais e adaptado para o público brasileiro.

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