O Centro de Operações da Fifa, instalado em Miami durante a Copa do Mundo de 2026, funciona como o 'cérebro' do torneio, monitorando em tempo real seleções, torcedores, ingressos e segurança. A central secreta, com acesso restrito e proibição de celulares para visitantes, enfrenta cerca de 500 milhões de ciberataques por dia, segundo a entidade.
Monitoramento integrado de 48 seleções e 104 jogos
A central coordena dados de 48 seleções, 104 jogos e 16 cidades-sede, integrando áreas como transporte, logística e segurança. Um sistema de inteligência artificial analisa imagens de câmeras, sensores e redes sociais para detectar ameaças e agilizar respostas. "É como um centro de controle de voo, mas para um evento com milhões de pessoas", explicou um porta-voz da Fifa.
500 milhões de ataques virtuais diários
Diariamente, o centro sofre 500 milhões de tentativas de invasão cibernética, incluindo ataques de negação de serviço e tentativas de roubo de dados. A equipe de segurança digital trabalha em turnos para mitigar riscos e garantir a integridade dos sistemas. "A cibersegurança é tão crítica quanto a segurança física", afirmou o diretor de tecnologia da Fifa.
Tecnologia de ponta e adaptação a imprevistos
A inteligência artificial permite ajustes em tempo real, como redirecionamento de torcedores em caso de superlotação ou mudanças climáticas. O centro também monitora o deslocamento de torcedores entre cidades-sede, otimizando o transporte. A Fifa destaca que a central é fundamental para o sucesso do evento, que movimenta bilhões de dólares e envolve milhões de visitantes.



