Casal gasta R$ 46 mil para ver 1º jogo do Brasil na Copa nos EUA
Casal gasta R$ 46 mil para ver Brasil na Copa

Um casal de São Paulo decidiu realizar o sonho de assistir a um jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo, mesmo que isso tenha custado cerca de R$ 46 mil. O planejador financeiro Breno Nogueira, de 32 anos, e sua esposa Juliane, de 30 anos, embarcaram para Nova Jersey (EUA) para acompanhar a estreia do Brasil contra o Marrocos, neste sábado (13). A viagem, de cinco dias, incluiu todos os gastos listados pelo casal.

Detalhamento dos gastos

Breno compartilhou em suas redes sociais um vídeo com a divisão dos custos. Os valores foram:

  • Táxi ida/volta aeroporto: R$ 1.000
  • Passagens em classe econômica: R$ 15.000
  • Seguro viagem: R$ 1.000
  • Dólares em moeda: R$ 2.800
  • Transporte nos EUA: R$ 1.000
  • Hospedagem: R$ 6.800
  • Ingressos: R$ 19.000
  • Total: R$ 46.600

Todas as despesas foram pagas à vista, no crédito ou débito, pois Breno não costuma parcelar algo que ocorrerá antes do fim das parcelas.

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Ingressos e decisão de última hora

Os ingressos foram comprados no site de revenda da Fifa. Breno optou por assentos na fileira 26, com vista lateral, próximo à cobrança de escanteio. Ele poderia ter pagado US$ 200 a menos por lugares com menos visibilidade, mas preferiu não economizar. Caso tivesse comprado no primeiro lote, cada ingresso custaria cerca de US$ 620 (R$ 3.100).

O valor elevado se deve à decisão de última hora: todas as compras foram feitas a menos de um mês do torneio. Segundo Breno, se tivesse planejado com antecedência, teria economizado entre R$ 15 mil e R$ 18 mil. “É o preço da flexibilidade”, afirmou.

Expectativa e planos

O casal não reservou orçamento para outros passeios, focando apenas na experiência da Copa. Eles não descartam ir a mais jogos após a estreia, caso aprovem a experiência. “A gente quer ver que bicho é esse da Copa, estar em Nova York com muitos brasileiros torcendo”, disse Breno.

Mesmo com o alto investimento, ele não se arrependerá se o Brasil perder. “Eu quero sofrer rindo ou ganhar sorrindo. O brasileiro esqueceu que é para se divertir. Estamos indo leves, sem obrigação de trazer a taça, mas com a obrigação de se divertir”, concluiu.

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