O meia Bruno Guimarães foi o responsável por desperdiçar uma cobrança de pênalti contra a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo 2026. Aos 35 minutos do primeiro tempo, o jogador brasileiro parou no goleiro Nyland, que defendeu a batida. A escolha de Bruno como cobrador partiu da comissão técnica, liderada por Davide Ancelotti.
Histórico de cobranças
Antes do jogo contra a Noruega, Bruno Guimarães havia batido apenas três pênaltis em toda a sua carreira profissional. Todos foram convertidos, o que lhe rendeu um aproveitamento de 100% até então. No entanto, a falta de experiência em situações de alta pressão, como uma partida de Copa do Mundo, pode ter influenciado o resultado.
Justificativa da comissão técnica
Davide Ancelotti, filho do técnico Carlo Ancelotti e integrante da comissão técnica brasileira, explicou a decisão de escalar Bruno como batedor. "Ele tem um bom aproveitamento nos treinos e nos jogos. Confiamos nele", afirmou Ancelotti, sem especificar se o bom desempenho se referia apenas a treinos ou também a partidas oficiais. A declaração foi feita após a partida, em entrevista coletiva.
Impacto na partida
O pênalti perdido por Bruno Guimarães ocorreu quando o placar ainda estava zerado. A defesa de Nyland manteve o empate, e a Noruega conseguiu se segurar até o intervalo. No segundo tempo, a seleção brasileira pressionou, mas não conseguiu marcar, e o jogo foi para a prorrogação. O Brasil acabou eliminado nos pênaltis, com Bruno sendo um dos símbolos da decepção nacional.
O episódio marca a primeira vez que Bruno Guimarães perde um pênalti em sua carreira. Antes do jogo, ele havia convertido todas as três cobranças que realizou, duas delas pelo Lyon e uma pela seleção brasileira. A falta de rodagem em cobranças de pênalti, no entanto, foi apontada por analistas como um risco.
Repercussão
A eliminação precoce do Brasil na Copa do Mundo 2026 gerou forte reação nas redes sociais. Muitos torcedores criticaram a escolha de Bruno como batedor, enquanto outros defenderam o jogador, lembrando que ele aceitou a responsabilidade em um momento difícil. A comissão técnica, por sua vez, afirmou que mantém a confiança no elenco e que o erro faz parte do futebol.



