A seleção brasileira desembarcou nos Estados Unidos para a Copa do Mundo com um rótulo incomum: zebra. A estratégia, planejada pela CBF, visa repetir o sucesso de 1962, quando o Brasil chegou sem favoritismo e conquistou o título. A ideia é manter expectativas baixas para surpreender.
Estratégia de baixo perfil
A CBF adotou uma postura de evitar o otimismo prematuro. O técnico Carlo Ancelotti, contratado recentemente, trabalha para ajustar o time sem alarde. A seleção enfrenta críticas internas e externas, mas a diretoria acredita que a pressão reduzida pode ser uma vantagem.
Neymar sob holofotes
Neymar, principal estrela do time, é o centro dos debates. Após lesões recorrentes e controvérsias fora de campo, sua presença na Copa é vista como incerta. No entanto, a comissão técnica aposta na experiência do jogador para liderar a equipe em momentos decisivos.
A torcida brasileira, acostumada a ver a seleção como favorita, agora se adapta a um papel mais modesto. Resta saber se a estratégia de 1962 funcionará novamente.



