Juliette relembra amiga morta com 34 facadas e alerta contra violência
Juliette relembra amiga morta com 34 facadas e alerta

A ex-BBB e cantora Juliette Freire usou suas redes sociais para relembrar o assassinato brutal de sua amiga, a enfermeira Clarissa Costa Gomes, morta em 2017 com 34 facadas pelo namorado, Matheus Anthony Lima Martins Queiroz. O caso, que chocou o país, teve desfecho recente na Justiça com a condenação do assassino a 31 anos de prisão. Juliette aproveitou o momento para fazer um alerta contundente sobre a violência contra a mulher: 'Não basta condenar'.

O crime e a condenação

Clarissa Costa Gomes, enfermeira dedicada aos recém-nascidos, foi morta dentro de casa pelo namorado, que desferiu 34 facadas contra ela. O crime ocorreu em 2017 e gerou grande comoção. Após anos de tramitação, a Justiça condenou Matheus Anthony a 31 anos de prisão pelo feminicídio. Para Juliette, a condenação é importante, mas insuficiente para combater a raiz do problema.

Alerta de Juliette: violência começa antes das agressões físicas

Em seu desabafo, Juliette destacou que discursos de ódio e comportamentos de controle, muitas vezes mascarados de liberdade de expressão, legitimam a misoginia e podem antecipar agressões físicas graves. 'Não basta condenar depois que a violência acontece. Precisamos combater os comportamentos abusivos antes que eles se transformem em tragédias', afirmou a artista. Ela enfatizou a necessidade de identificar e enfrentar os sinais de violência psicológica e de controle, que frequentemente precedem os atos de violência física.

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Lembrança da amiga e apelo à sociedade

Juliette relembrou Clarissa como uma jovem doce e dedicada à profissão, que cuidava de bebês prematuros. 'Ela era uma pessoa iluminada, que amava o que fazia. Perdê-la para a violência é uma dor que não tem explicação', disse. A ex-BBB fez um apelo para que a sociedade se mobilize contra a cultura de ódio e misoginia, e para que as mulheres denunciem qualquer sinal de abuso. 'Não podemos aceitar que o amor se transforme em posse e violência. É preciso educar, prevenir e proteger', concluiu.

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