Cerca de mil fiéis participaram, nesta segunda-feira (1º), da primeira missa em celebração à canonização de Carlo Acutis, na Paróquia São Sebastião, em Campo Grande. O momento foi marcado pela chegada do pulôver azul usado pelo beato em vida e doado pela família.
A vestimenta é considerada uma relíquia de segundo grau por ter tido contato direto com o corpo de Carlo. Segundo a paróquia, o casaco é guardado 'a sete chaves' e só pode ser exposto à noite, durante a programação da canonização. Durante o dia, permanece refrigerado em um cofre sigiloso.
A primeira celebração foi conduzida pelo padre Marcelo Tenório. Fiéis de outros estados também participaram, como o antropólogo Pedro Vilaça, do Rio de Janeiro, que dedicou sua dissertação de mestrado à história de Carlo Acutis. A programação segue durante toda a semana, com missas, procissão e vigília.
O pulôver permanece até esta terça-feira (2) na Paróquia São Sebastião e, em seguida, será levado para a Capela do Milagre, onde haverá novas celebrações. No próximo domingo (7), retorna para a paróquia durante a cerimônia oficial de canonização.
Carlo Acutis, conhecido como o 'padroeiro da internet', será o primeiro santo da geração millennial. A canonização foi autorizada pelo Papa Francisco após o reconhecimento de dois milagres atribuídos ao jovem: a cura de um menino de Campo Grande em 2020 e a de uma jovem da Costa Rica em 2024.



