Críticos do NYT explicam sucesso dos filmes 'Backrooms' e 'Obsessão' entre jovens
Críticos do NYT explicam sucesso de 'Backrooms' e 'Obsessão'

Duas produções de terror de baixo orçamento, 'Backrooms' e 'Obsessão', dirigidas por jovens que iniciaram suas carreiras no YouTube, alcançaram a impressionante marca de mais de US$ 100 milhões em bilheteria cada uma. O fenômeno tem chamado a atenção de críticos do New York Times, que analisam as razões por trás desse sucesso retumbante entre o público jovem.

O poder dos criadores digitais

O sucesso desses filmes demonstra a força de criadores que já possuem um público engajado na internet. Ao contrário de produções tradicionais, 'Backrooms' e 'Obsessão' conseguiram converter seguidores online em espectadores de cinema, gerando um buzz que se espalhou rapidamente pelas redes sociais. Essa base de fãs pré-existente foi essencial para impulsionar a bilheteria, mesmo com orçamentos modestos e pouca publicidade convencional.

Estratégias narrativas inovadoras

Enquanto 'Backrooms' aposta em uma atmosfera abstrata e surreal, inspirada em memes e creepypastas da internet, 'Obsessão' utiliza o humor e o realismo para construir tensão psicológica. Ambas as obras evitam clichês tradicionais do gênero, como sustos fáceis ou perseguições previsíveis. Essa abordagem original atrai um público jovem cansado de fórmulas repetitivas e em busca de experiências cinematográficas autênticas.

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Liberdade criativa e exibição prolongada

Críticos sugerem que a indústria cinematográfica deve dar liberdade criativa a novos talentos oriundos da internet, permitindo que eles explorem narrativas não convencionais. Além disso, manter os filmes por mais tempo em cartaz é crucial para o sucesso, pois permite que o boca a boca digital se converta em público real nas salas de cinema. O caso de 'Backrooms' e 'Obsessão' serve como um estudo de caso sobre como a cultura digital está remodelando o mercado cinematográfico.

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