O ex-genro da apresentadora Ana Maria Braga, que teve o nome mantido em sigilo pela Justiça, foi preso em flagrante na última terça-feira, 27 de julho, acusado de furto em um supermercado na zona sul de São Paulo. Após a prisão, a Justiça deferiu uma medida protetiva em favor de familiares da apresentadora, que relataram ameaças e constrangimentos causados pelo homem.
Quem é o ex-genro de Ana Maria Braga
O homem, de 34 anos, foi casado com a filha de Ana Maria Braga por cerca de cinco anos. O relacionamento terminou há aproximadamente um ano, mas o ex-genro continuava a frequentar a residência da família, o que gerava conflitos. Segundo fontes próximas à apresentadora, ele teria se aproveitado da confiança para subtrair objetos de valor da casa da sogra.
Detalhes da prisão
A prisão ocorreu após o homem ser flagrado por câmeras de segurança do estabelecimento comercial furtando itens de higiene e alimentos, no valor estimado de R$ 200. A polícia foi acionada e o conduziu à delegacia, onde foi autuado em flagrante por furto. Durante o depoimento, ele negou as acusações, mas as imagens confirmaram a ação.
Medida protetiva
A equipe jurídica de Ana Maria Braga solicitou uma medida protetiva de urgência, alegando que o ex-genro vinha enviando mensagens ameaçadoras e fazendo visitas indesejadas à residência. O juiz responsável pelo caso concedeu a medida, determinando que ele mantenha distância mínima de 200 metros da apresentadora e de sua família, sob pena de prisão preventiva.
Repercussão
O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais, com fãs e seguidores da apresentadora manifestando apoio. Ana Maria Braga ainda não se pronunciou publicamente sobre o ocorrido. A defesa do ex-genro afirmou que vai recorrer da decisão e que seu cliente é vítima de uma campanha de difamação.
Antecedentes
O ex-genro já possuía passagens pela polícia por crimes patrimoniais, segundo informações do sistema judicial. Ele responde a outros processos por estelionato e apropriação indébita. A família de Ana Maria Braga afirma que o homem representava um perigo iminente, o que motivou a solicitação da medida protetiva.
O caso segue em segredo de Justiça. O ex-genro permanece detido à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia. A polícia investiga se ele agiu sozinho ou se havia um esquema criminoso maior.



