De Petrobras a BB: ações que devem se destacar no 2T26, para o bem e para o mal
Ações que devem se destacar no 2T26: Petrobras, BB e mais

O segundo trimestre de 2026 promete movimentar a bolsa brasileira com a temporada de balanços e eventos corporativos. Analistas já elencam as ações que devem se destacar — tanto positivamente quanto negativamente. Entre os papéis mais citados estão os da Petrobras (PETR4) e do Banco do Brasil (BBAS3), além de empresas como Vale (VALE3) e Embraer (EMBR3).

Petrobras e BB: exposição política e resultados

A Petrobras continua no centro das atenções devido à sua política de preços e à influência do governo federal. Para o 2T26, a expectativa é de que a empresa apresente bons resultados operacionais, mas o risco político permanece elevado. Já o Banco do Brasil deve se beneficiar do cenário de juros altos e da carteira de crédito robusta, mas a exposição ao agronegócio e a possíveis mudanças regulatórias geram cautela.

Vale: produção recorde pode impulsionar ações

A Vale (VALE3) pode surpreender no segundo trimestre, com a produção de minério de ferro podendo superar 85 milhões de toneladas. A expectativa é de que a empresa anuncie números fortes, o que poderia impulsionar as ações. No entanto, a desaceleração da economia chinesa e as incertezas geopolíticas seguem como riscos.

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Embraer: de começo morno a pedidos bilionários

A Embraer (EMBR3) teve um início de ano discreto, mas o Farnborough Air Show trouxe pedidos bilionários que devem impactar positivamente os resultados do 2T26. A empresa também se beneficia da demanda aquecida por jatos comerciais e executivos, além de contratos de defesa.

Varejo: Smart Fit e C&A são apostas do BBI

O Bank of America (BBI) espera um segundo trimestre morno para o varejo, mas aposta em Smart Fit (SMFT3) e C&A (CEAB3) como destaques. A Smart Fit continua expandindo sua base de clientes, enquanto a C&A se beneficia de reformulações de lojas e melhorias operacionais.

Dividendos e recompras atingem US$ 6,3 bi no Brasil

O mercado de dividendos e recompras de ações no Brasil atingiu US$ 6,3 bilhões no primeiro semestre de 2026, com a maior pagadora sendo a Petrobras. A estatal responde por uma parcela significativa dos proventos distribuídos, seguida por Vale e Banco do Brasil.

FIIs ganham 41 mil novos investidores em junho

Os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) atraíram 41 mil novos investidores em junho, totalizando 3,25 milhões na B3. O segmento continua sendo uma alternativa para quem busca renda passiva, com destaque para o FII TRXF11, que comprou um complexo de R$ 1,4 bilhão, com o Mercado Livre ocupando dois dos três galpões.

GM supera previsões, mas lucro cai no 2T26

A General Motors (GM) superou as previsões de Wall Street no segundo trimestre de 2026, mas registrou queda no lucro líquido. A empresa elevou seu guidance para o ano, impulsionada por vendas fortes nos EUA e cortes de custos. No Brasil, a GM segue como uma das líderes de mercado.

Riscos geopolíticos e cautela no Ibovespa

O Ibovespa enfrenta cautela devido a tensões geopolíticas no Oriente Médio e à espera por resultados da Vale. A recuperação do índice depende de sinais positivos da economia global e da definição de políticas internas. Analistas recomendam atenção a ações defensivas e de baixo risco.

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