O vereador e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de Goiânia, Luan Alves (MDB), foi alvo de mandado de busca e apreensão na manhã desta quarta-feira (10). A ação faz parte de uma operação policial que investiga um suposto esquema de pagamento de propina para a liberação de alvarás de funcionamento na capital goiana.
Investigação aponta pagamentos entre 2017 e 2022
De acordo com as investigações, os pagamentos ilícitos teriam ocorrido entre os anos de 2017 e 2022. A operação é conduzida pela Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra a Administração Pública.
Defesa do vereador
Em nota enviada por sua assessoria, Luan Alves informou que a Polícia Civil esteve em sua residência, mas que ele não se encontrava no local no momento da diligência. O vereador afirmou desconhecer os motivos da ação e destacou que "nada foi encontrado em sua casa". A nota completa será divulgada ao final desta reportagem.
Delegado detalha esquema
Em entrevista ao repórter José Bonfim, da Rádio CBN Goiânia, o delegado Danilo Victor Nunes revelou que a investigação teve início em 2023, a partir de uma denúncia feita por um empresário. Segundo o delegado, "teria havido uma prática sistemática de cobrança de vantagens indevidas para que determinada empresa da área de eventos e diversões pudesse obter o alvará de funcionamento e também a renovação da sua licença para atuar em Goiânia".
Atualização da reportagem
Esta reportagem está em constante atualização. Novas informações serão acrescentadas à medida que forem disponibilizadas pelas autoridades competentes e pela defesa do vereador.



