Tenente da Rota é baleado; suspeito morto em confronto em Peruíbe
Tenente da Rota baleado; suspeito morto em confronto

Câmera de segurança flagrou o momento em que um tenente da Rota foi baleado em São Paulo. Elenilson Misael Da Silva, conhecido como ‘Galego’, apontado como integrante de organização criminosa, morreu durante confronto com policiais das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) em Peruíbe, no litoral de São Paulo. A Polícia Civil o aponta como suspeito de participar do atentado contra o tenente da PM Ronickson Pimentel dos Santos, irmão de Eloá Pimentel, assassinada em 2008.

Denúncia e perseguição

Segundo o boletim de ocorrência, as equipes da Rota receberam uma denúncia sobre o paradeiro de ‘Galego’, de 47 anos, na noite de quinta-feira (2). Os policiais foram informados sobre as características do carro usado pelo criminoso. Durante as buscas, identificaram o veículo. No entanto, quando o motorista percebeu a presença policial, fugiu e foi perseguido até a Rua Cuiabá, onde houve confronto na tentativa de abordagem.

Confronto e morte

De acordo com o registro, o homem foi contido, desarmado e socorrido à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas morreu. No local, os policiais encontraram quatro estojos vazios ao lado do carro de ‘Galego’. A perícia realizou exames no local e exame residuográfico nos envolvidos. Os policiais militares envolvidos prestaram depoimentos e tiveram as armas e munições apreendidas.

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Procurada pelo g1, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Atentado ao tenente Pimentel

O tenente Ronickson Pimentel dos Santos foi baleado na cabeça em 27 de junho, na Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. O PM estava à paisana em uma moto, parado no semáforo, quando dois homens se aproximaram e efetuaram os disparos. A dupla fugiu em seguida. A vítima foi socorrida e está internada em estado grave.

O policial é irmão de Eloá Pimentel, assassinada aos 15 anos pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, em outubro de 2008. O cárcere privado da adolescente durou cerca de 100 horas e foi acompanhado em tempo real por emissoras de televisão, tornando-se um dos casos criminais de maior repercussão do país.

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