Professora é investigada por violência psicológica contra aluna de 8 anos em Campos
Professora é investigada por violência psicológica contra aluna

Uma denúncia de supostos maus-tratos contra uma aluna de 8 anos está sendo investigada pela Polícia Civil em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. O caso ocorreu na Escola Municipal Marlene Henriques Alves, localizada no Parque Aeroporto, em Guarus.

Relatos da família

De acordo com o registro feito pela mãe da criança, a menina vinha relatando há algumas semanas episódios envolvendo a conduta de uma professora da unidade. Segundo a denúncia, a estudante afirmava que a profissional teria comportamento considerado agressivo com ela e também com outros alunos da turma. Entre os relatos apresentados pela família estão situações em que crianças teriam sido impedidas de beber água ou de ir ao banheiro durante as aulas.

A mãe informou ainda que a filha passou a demonstrar medo de frequentar a escola e que, em uma das ocasiões, voltou para casa sem conseguir usar o banheiro durante o período em que permaneceu na unidade. O caso ganhou maior repercussão após a criança passar mal na escola. Segundo a responsável, a menina precisou ser levada para atendimento no Hospital Ferreira Machado. Depois do episódio, ela teria apresentado resistência para retornar às aulas.

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Depoimento da diretoria

Em depoimento prestado à Polícia Civil, a diretora da escola informou que já havia recebido reclamações de outros responsáveis sobre a conduta da professora e que chegou a conversar com a profissional sobre as queixas apresentadas. A direção também informou que a professora foi afastada da unidade após os fatos relatados.

Posicionamento da Secretaria

Procurada pela reportagem, a Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct) informou que acompanha o caso junto aos órgãos competentes e que a direção da escola está colaborando com as investigações. A secretaria afirmou ainda que a profissional deixou de atuar na unidade para garantir a apuração dos fatos e preservar a tranquilidade da comunidade escolar. Em nota, o município destacou que aguarda a conclusão das investigações para se manifestar novamente sobre o caso. Até o momento, a Polícia Civil apura as circunstâncias da denúncia para esclarecer o que ocorreu dentro da sala de aula.

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