PF prende quatro suspeitos em nova fase de operação contra tráfico de drogas
PF prende quatro suspeitos em nova fase de operação contra tráfico

Quatro pessoas foram presas nesta sexta-feira (26) em Presidente Prudente (SP) e Martinópolis (SP) durante a segunda fase da Operação Stratus, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para desarticular uma organização criminosa suspeita de utilizar aeronaves e pistas clandestinas para internalizar cocaína no Brasil. A Justiça Federal de Presidente Prudente expediu cinco mandados de prisão preventiva, dois de busca e apreensão e determinou o bloqueio e sequestro de mais de R$ 9,5 milhões em bens dos investigados.

Segunda fase mira estrutura financeira do grupo

Segundo a Polícia Federal, esta nova etapa é um desdobramento da primeira fase da Operação Stratus, realizada em 16 de junho, e tem como principal objetivo enfraquecer a estrutura financeira da organização criminosa por meio da constrição patrimonial dos bens supostamente ligados às atividades ilícitas. Durante as investigações, a PF apurou que o grupo utilizava aeronaves e pistas clandestinas para trazer cocaína ao Brasil. Todo o material apreendido será analisado e poderá contribuir para o fortalecimento das investigações.

Primeira fase apreendeu mais de duas toneladas de cocaína

A primeira fase da Operação Stratus foi deflagrada no dia 16 de junho e também teve mandados expedidos pela 2ª Vara Federal de Presidente Prudente. Na ocasião, a Polícia Federal cumpriu ordens judiciais em cidades do Oeste Paulista, incluindo Presidente Prudente, Regente Feijó, Martinópolis, Álvares Machado e Mirante do Paranapanema. As investigações, iniciadas em outubro de 2025, apontam que a quadrilha utilizava aeronaves e pistas clandestinas para trazer cocaína do exterior para o Brasil. Conforme a Polícia Federal, mais de 10 toneladas da droga teriam sido movimentadas pelo grupo, com destino principal à capital paulista e parte distribuída no Oeste Paulista. Ao longo da investigação, a PF apreendeu mais de duas toneladas de cocaína. As medidas patrimoniais adotadas visam descapitalizar a organização criminosa e impedir a continuidade das atividades ilícitas.

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