PF indicia diretor-geral da ANM por mineração ilegal em MG
PF indicia diretor-geral da ANM por mineração ilegal

A Polícia Federal indiciou o diretor-geral da Agência Nacional de Mineração (ANM), Mauro Henrique Moreira Sousa, e Caio Trivellato Filho por suposto envolvimento em um esquema de mineração ilegal em Minas Gerais. A conclusão das investigações ocorreu no âmbito das operações Rejeito e Parcours, que apuram crimes de corrupção e advocacia administrativa.

Investigações apontam irregularidades na ANM

Segundo a PF, os indiciados teriam atuado para favorecer empresas de mineração ilegal, mediante pagamento de propinas e uso de influência junto a órgãos públicos. As operações Rejeito e Parcours foram deflagradas em 2023 e 2024, respectivamente, e já resultaram em diversas prisões e buscas.

A ANM, por meio de nota, informou que não foi oficialmente comunicada sobre o indiciamento e que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações. A agência também afirmou que aguarda o acesso aos autos para se pronunciar oficialmente.

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Impacto e próximos passos

O indiciamento do diretor-geral da ANM é um dos capítulos mais recentes da luta contra a mineração ilegal no Brasil, que causa danos ambientais e sociais significativos. A PF estima que o esquema movimentou milhões de reais e envolveu agentes públicos e privados.

Os indiciados agora responderão a processo judicial, podendo ser condenados a penas que variam de 2 a 12 anos de prisão, dependendo dos crimes imputados. A ANM, por sua vez, prometeu revisar seus procedimentos internos para evitar novas irregularidades.

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