Na Grande São Paulo, um jovem morreu baleado após uma perseguição da Guarda Civil Metropolitana (GCM), gerando controvérsia sobre o uso da força. Os guardas afirmam que os suspeitos não obedeceram à ordem de parada e estavam armados, mas a família contesta a versão oficial.
O caso
De acordo com a GCM, os agentes realizavam patrulhamento quando avistaram dois homens em atitude suspeita. Ao receberem ordem de parada, os suspeitos teriam fugido, dando início a uma perseguição. Durante a fuga, um dos homens teria sacado uma arma, levando os guardas a efetuarem disparos. O jovem foi atingido e não resistiu aos ferimentos.
Versão da família
Parentes da vítima, no entanto, contestam a narrativa oficial. Eles afirmam que o jovem estava desarmado e que a arma encontrada ao lado do corpo foi plantada pelos guardas. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um homem, supostamente um GCM, deixando uma arma perto do suspeito já rendido.
Investigação
A família pede uma investigação rigorosa e independente. A Secretaria de Segurança Pública informou que a arma pertence a um dos guardas envolvidos na ocorrência e que as circunstâncias estão sendo apuradas. A GCM também instaurou um procedimento interno para esclarecer os fatos.
O caso reacende o debate sobre a atuação das forças de segurança e o uso de força letal. Organizações de direitos humanos pedem transparência na investigação e punição para eventuais excessos.



