Um homem de 42 anos foi baleado no rosto na noite de quinta-feira (4) em um bordel localizado no bairro Novo Horizonte, em Lagoa Formosa, no Alto Paranaíba. A tentativa de homicídio ocorreu após ele tentar intervir em uma confusão iniciada por uma discussão sobre o preço de uma cerveja.
Discussão sobre o valor da bebida
Segundo a Polícia Militar (PM), a briga começou quando um homem de 19 anos discutiu com a proprietária do estabelecimento, de 32 anos, por não concordar com o valor cobrado pela cerveja. Testemunhas relataram que o cliente ofendeu a mulher e tentou agredi-la. Nesse momento, o homem de 42 anos interveio para impedir a agressão e retirou o suspeito do local.
Ameaças e retorno armado
Ainda conforme a PM, antes de sair, o jovem ameaçou a vítima e disse que "acertaria as contas". Pouco tempo depois, ele retornou ao estabelecimento armado com uma garrucha e encontrou o homem sentado de costas para a entrada. Ao perceber a aproximação do suspeito com a arma apontada para sua cabeça, a vítima levantou o braço para se defender. O disparo atingiu o lado direito do rosto do homem.
Ferimento e socorro
Segundo o relato da própria vítima aos militares, a reação pode ter evitado que o tiro atingisse uma região vital da cabeça. O homem foi socorrido e levado para o Hospital Municipal Dr. Bininho. Exames apontaram que o projétil ficou alojado no maxilar. Devido à gravidade do ferimento, ele foi transferido para o Hospital Regional Antônio Dias, em Patos de Minas. O estado de saúde dele não foi informado.
Fuga e prisão do motorista
Após o crime, o atirador fugiu em um carro conduzido por um homem de 27 anos. Durante as buscas, a PM localizou e abordou o veículo na avenida Brasil. O motorista foi preso suspeito de participação na fuga. O carro também foi apreendido por estar com o licenciamento irregular. O condutor negou envolvimento na tentativa de homicídio.
Suspeito ainda foragido
Até a última atualização desta reportagem, o suspeito de efetuar o disparo não havia sido localizado. A PM segue tentando encontrá-lo. O g1 questionou a Polícia Civil sobre as investigações do crime, mas não houve retorno até a última atualização da reportagem.



