Imagens de câmeras de segurança elucidaram o caso do afogamento de Prince, um cachorro da raça American Bully, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O tutor, Tiago Mattos Rocha, de 47 anos, foi indiciado por maus-tratos após ser flagrado pelas câmeras indo à praia com o animal e retornando sozinho. O crime ocorreu em abril, e o corpo do cachorro foi encontrado morto na areia. Tiago está foragido e responde pelo crime de maus-tratos, cuja pena prevista é de 2 a 5 anos de prisão.
Como as câmeras de segurança revelaram o crime
As imagens de segurança mostraram Tiago Mattos Rocha caminhando em direção ao mar com Prince por volta das 6h da manhã. Pouco tempo depois, ele retornou sozinho, deixando o cachorro na água. Testemunhas que estavam na praia relataram ter visto o animal se debatendo e tentaram socorrê-lo, mas não conseguiram salvá-lo. O caso gerou comoção entre turistas e frequentadores do local, que registraram boletim de ocorrência.
Indiciamento e pena prevista
A Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu o inquérito e indiciou Tiago por maus-tratos qualificados, que resultaram na morte do animal. Segundo o delegado responsável, as provas colhidas, incluindo as imagens e depoimentos, foram suficientes para a denúncia. "As imagens são claras e mostram a ação do tutor. Não há dúvidas sobre a intenção de causar sofrimento ao animal", afirmou o delegado. A pena para o crime pode chegar a 5 anos de reclusão, além de multa.
Repercussão e busca pelo suspeito
O caso ganhou repercussão nas redes sociais, com ativistas dos direitos dos animais pedindo justiça. Tiago Mattos Rocha continua foragido, e a polícia pede que qualquer informação sobre seu paradeiro seja comunicada às autoridades. A Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) segue investigando o caso.



