Quatro dos dez ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) apresentaram um voto conjunto para liberar parte dos penduricalhos no pagamento dos magistrados. Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Gilmar Mendes defenderam autorizar, entre outros benefícios, o pagamento de férias ou licenças-prêmio adquiridas antes de março, quando o próprio STF limitou os penduricalhos a 35% do teto.
Quinto voto a favor e andamento do julgamento
O ministro Luiz Edson Fachin acompanhou os colegas, dando o quinto voto a favor. O julgamento em plenário virtual vai até a próxima terça-feira (30). Até o momento, são cinco votos favoráveis à liberação parcial dos penduricalhos.
Contexto dos penduricalhos no STF
Em março, o STF havia limitado os penduricalhos a 35% do teto salarial. Agora, os ministros analisam a possibilidade de liberar valores referentes a períodos anteriores a essa data. A decisão final pode impactar os contracheques dos magistrados em todo o país.



