Classe C do Sudeste lidera consumo de seguros de automóvel
Classe C do Sudeste lidera seguros de automóvel

Uma pesquisa recente sobre o perfil dos consumidores de seguros no Brasil revelou que a classe C da região Sudeste concentra a maior parcela dos compradores de seguros de automóvel. O levantamento, realizado por uma instituição especializada, mostra que esse grupo socioeconômico e geográfico representa o principal motor do mercado de seguros veiculares no país.

Perfil dos consumidores de seguro automóvel

De acordo com o estudo, a classe C, que engloba famílias com renda mensal entre R$ 2.090 e R$ 4.180, é a que mais contrata seguros de automóvel, especialmente na região Sudeste, que inclui estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. A pesquisa aponta que fatores como a maior concentração populacional e a frota de veículos mais expressiva na região contribuem para esse resultado.

Além disso, o levantamento indica que os consumidores de seguro automóvel tendem a ser mais jovens, com idade média entre 30 e 45 anos, e possuem maior familiaridade com canais digitais para contratação e gestão de apólices.

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Seguro residencial atrai público mais velho

No segmento de seguro residencial, o perfil do consumidor é diferente. A pesquisa mostra que seis em cada dez segurados têm 46 anos ou mais, evidenciando um público mais velho e, em geral, com maior estabilidade financeira. Esse grupo prioriza a proteção do patrimônio, como imóveis próprios, e busca coberturas que garantam segurança contra imprevistos.

Os dados revelam que a contratação de seguro residencial está fortemente associada à faixa etária avançada e à posse de imóveis quitados ou de maior valor.

Impactos para o mercado de seguros

Os resultados da pesquisa têm implicações importantes para as seguradoras e corretores. Para o seguro automóvel, a concentração na classe C do Sudeste sugere a necessidade de estratégias de marketing e produtos adaptados a esse público, como preços acessíveis e canais digitais simplificados. Já no seguro residencial, o foco deve ser em consumidores mais velhos, com abordagens que valorizem a segurança e a tranquilidade.

Segundo especialistas do setor, entender essas diferenças é fundamental para aumentar a penetração dos seguros no Brasil, que ainda tem baixa cobertura em comparação com outros países.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa foi realizada com base em dados de consumidores de todo o Brasil, considerando variáveis como renda, idade, região geográfica e tipo de seguro contratado. O levantamento não detalhou o tamanho da amostra nem a margem de erro, mas as informações foram coletadas por meio de questionários e análises de bases de dados do mercado segurador.

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