Um levantamento realizado pelo aplicativo RioM², com base em dados do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) da prefeitura do Rio de Janeiro, revelou as três residências mais caras vendidas na cidade no período pós-pandemia. Todas estão localizadas em bairros que aliam natureza exuberante e proximidade a pontos turísticos.
Mansão no Jardim Botânico lidera ranking
A propriedade mais valiosa negociada foi uma mansão no Jardim Botânico, vendida por R$ 45 milhões. O bairro, conhecido por ser o mais arborizado da cidade, abriga o famoso Jardim Botânico e fica próximo à Lagoa Rodrigo de Freitas e ao Cristo Redentor. Segundo o levantamento, a casa possui ampla área verde e vista privilegiada.
Leblon e Joá completam o pódio
Em segundo lugar, uma casa no Leblon foi vendida por valor não divulgado, mas que supera os R$ 30 milhões, conforme fontes do mercado. O bairro é um dos mais nobres da Zona Sul, com praia e comércio sofisticado. A terceira colocação ficou com uma propriedade na Estrada do Joá, que liga a Barra da Tijuca ao São Conrado, com transação acima dos R$ 25 milhões.
Metodologia do estudo
O RioM² compilou os dados a partir de registros oficiais do ITBI, que declaram os valores efetivos das transações imobiliárias. O aplicativo destacou que o pós-pandemia impulsionou a busca por imóveis com áreas externas e contato com a natureza, elevando os preços nesses bairros. "O mercado de luxo no Rio se recuperou rapidamente, com compradores priorizando espaços ao ar livre", afirmou um dos responsáveis pela pesquisa.



