Padre alerta noiva, mulher torturada e casal LGBT+ realizam sonho
Padre alerta noiva, tortura e casal LGBT+ realizam sonho

O g1 Centro-Oeste de Minas destacou nesta semana três histórias de grande repercussão entre os dias 27 de junho e 3 de julho. Entre elas, o caso do padre Chrystian Shankar que aconselhou uma noiva a desistir do casamento, a conclusão do inquérito sobre uma mulher torturada por oito dias em Divinópolis e a emocionante trajetória de um casal LGBT+ que realizou o sonho da maternidade por meio da fertilização in vitro.

Padre Chrystian Shankar orienta noiva a não casar

O padre Chrystian Shankar, que acumula mais de 5 milhões de seguidores em uma rede social, voltou a repercutir ao relatar um caso em que aconselhou uma noiva a desistir do casamento. Segundo ele, a orientação foi dada após o noivo apresentar uma lista de 13 exigências para a união. Ao contar a história aos fiéis, o padre afirmou ter percebido sinais de desequilíbrio na relação durante os encontros com o casal. "Ela me disse: 'Padre, meu namorado me passou essa lista aqui'. Tinha 13 itens. Eu perguntei: 'O que são esses 13 itens?' Ela respondeu: 'São as coisas que eu tenho que mudar para ele se casar comigo'", relatou. A conclusão de que a união dificilmente daria certo foi tomada após ouvir separadamente o noivo e a noiva.

Mulher torturada por oito dias em Divinópolis

A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre a tentativa de feminicídio e cárcere privado contra uma mulher de 47 anos, mantida em cativeiro pelo marido, servidor da Prefeitura de Divinópolis. Segundo a delegada Francielly Sifuente, a vítima ficou sem comida, foi obrigada a usar crack, sofreu queimaduras de cigarro e foi agredida durante oito dias. "Essa vítima sofreu todos os tipos de violência, com exceção da patrimonial. A física, a sexual, a emocional, a moral. Foi um pacote completo de violência e realmente foi um dos crimes mais graves que eu já trabalhei", afirmou a delegada. A principal suspeita é de que o crime tenha sido motivado por uma suposta traição. A vítima foi encontrada desnutrida, ferida e em estado de extrema vulnerabilidade.

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Casal LGBT+ realiza sonho da maternidade

O desejo de formar uma família levou o casal Priscila Émika e Maíra Faria, de Divinópolis, a um longo processo de planejamento e à decisão pela fertilização in vitro, que resultou na chegada de dois filhos. Elas se conheceram em novembro de 2016, durante uma confraternização organizada por amigos em comum. O relacionamento evoluiu e, alguns anos depois, surgiu o desejo de ampliar a família. Segundo elas, a fila para adoção de bebês poderia levar cerca de cinco anos. Como Maíra também tinha o desejo de vivenciar a gestação, a fertilização in vitro foi a alternativa escolhida. O tratamento durou cerca de quatro meses, desde a escolha do sêmen até a transferência do embrião, com resultado positivo logo na primeira tentativa. Embora as duas gestações tenham transcorrido sem intercorrências, o período foi marcado pela ansiedade natural de quem espera a chegada de um filho.

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