Sedentarismo infantojuvenil: pandemia ameaça saúde e futuro da humanidade
Sedentarismo infantojuvenil: pandemia ameaça saúde

A corrida pela saúde ganha novos contornos diante de uma realidade preocupante: o sedentarismo entre crianças e adolescentes atingiu níveis pandêmicos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% dos jovens no mundo não praticam atividade física suficiente, e no Brasil o índice é ainda maior, chegando a 84%. Os médicos alertam que as consequências são graves e ameaçam o futuro da humanidade.

O papel das telas no aumento do sedentarismo

Smartphones, videogames e outras telas são apontados como os principais vilões. Uma pesquisa inédita do instituto AtlasIntel, feita exclusivamente para VEJA, revela que 53% dos pais entrevistados admitem que seus filhos se exercitam menos do que o recomendado. Antigamente, brincadeiras ao ar livre e caminhadas até a escola eram comuns; hoje, aplicativos substituem essas atividades. A tecnologia trouxe avanços, mas também contribuiu para a perda de hábitos saudáveis.

Consequências para a saúde

O sedentarismo na infância e adolescência está ligado a problemas cardiovasculares precoces, diabetes e outros distúrbios metabólicos na vida adulta. A OMS classifica esse cenário como uma das maiores preocupações sanitárias globais. Especialistas ouvidos por VEJA reforçam que a inatividade física compromete não apenas o corpo, mas também a saúde mental dos jovens.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Iniciativas para reverter o quadro

Felizmente, escolas e pais estão se mobilizando para combater o problema. Muitas instituições de ensino têm implementado programas de incentivo à atividade física, com horários dedicados a esportes e brincadeiras coletivas. Pais também buscam alternativas criativas, como limitar o tempo de tela e promover atividades ao ar livre em família. A reportagem de Valéria França, na edição de VEJA de 1º de maio de 2026, destaca essas iniciativas e a importância de resgatar o movimento na rotina dos jovens.

A conscientização é o primeiro passo. Com informação e ações coordenadas, é possível reverter essa tendência e garantir um futuro mais saudável para as próximas gerações.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar