A Azul Linhas Aéreas tornou-se alvo de um inquérito do Ministério Público Federal (MPF) por alterar o assento pago de um passageiro sem aviso prévio. A investigação teve início em 2025, após uma representação contra a companhia aérea por "alteração unilateral de assento Espaço Azul sem comunicação prévia ou anuência do consumidor".
Investigação em andamento
O MPF agora realizará diligências para coletar informações sobre a conduta da empresa e de órgãos reguladores do setor, como a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O caso levanta preocupações sobre práticas comerciais e direitos dos consumidores no transporte aéreo.
Repercussão
A ação do MPF ocorre em um contexto de crescentes reclamações de passageiros sobre mudanças unilaterais em serviços pagos. A Azul ainda não se manifestou oficialmente sobre o inquérito. A investigação busca esclarecer se a prática configura infração às normas de defesa do consumidor.



