Ex-presidente do Rioprevidência preso em desdobramento do caso Master
Ex-presidente do Rioprevidência preso no caso Master

Ex-presidente do Rioprevidência é preso em desdobramento do caso Master

As investigações do caso do Banco Master tiveram dois desdobramentos importantes nesta terça-feira, 3 de fevereiro de 2026. Deivis Marcon Antunes, ex-presidente do Rioprevidência, foi preso logo após retornar de uma viagem de férias com a família nos Estados Unidos. Ele havia acabado de desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos e estava na cidade de Itatiaia quando foi localizado pela Polícia Federal e pela Polícia Rodoviária Federal.

Prisão preventiva e suspeitas de obstrução

A Justiça Federal do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva de Antunes com base em indícios de que ele estaria obstruindo as investigações e destruindo provas relacionadas ao escândalo do Banco Master. No início do caso, Antunes havia deixado a presidência do Rioprevidência para preservar as investigações, mas agora enfrenta acusações mais graves.

Durante sua gestão no Rioprevidência, o órgão investiu cerca de 970 milhões de reais no Banco Master, um valor significativo que está sob escrutínio das autoridades. A prisão ocorreu de forma coordenada, com as forças de segurança agindo rapidamente após seu retorno ao país.

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Outros desdobramentos do caso Master

Além da prisão de Antunes, outro desdobramento importante foi a abertura de um inquérito na Polícia Federal para apurar supostas fraudes na gestão do BRB no ano anterior. O BRB havia tentado comprar o Banco Master, mas a transação foi barrada pelo Banco Central, levantando questões sobre a legalidade das operações.

O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, foi afastado do cargo na mesma operação que prendeu Daniel Vorcaro em novembro do ano passado, indicando uma ampliação das investigações para incluir outras instituições financeiras.

Pedido de perda de patente de Bolsonaro e generais

Também nesta terça-feira, o Ministério Público Militar fez um pedido à Justiça para que Jair Bolsonaro perca sua patente militar devido à condenação no caso do golpe de estado. O pedido se estende a outros militares de alto escalão, incluindo os generais Augusto Heleno, Braga Netto e Paulo Sérgio Nogueira, além do ex-comandante da Marinha Almir Garnier.

A perda da patente pode resultar na perda de uma série de benefícios da carreira militar, como a aposentadoria, representando um impacto significativo na vida desses indivíduos. Este movimento judicial reflete a continuidade das ações legais contra figuras envolvidas em eventos políticos recentes.

As investigações continuam em andamento, com as autoridades enfatizando a importância de combater a corrupção e garantir a transparência nas instituições públicas e privadas.

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