Caminhoneiro é sequestrado em Cubatão e libertado após três dias em cativeiro
Caminhoneiro sequestrado em Cubatão é libertado após 3 dias

Um caminhoneiro de 45 anos foi vítima de um sequestro relâmpago durante uma viagem de trabalho em Cubatão, no litoral de São Paulo. Segundo informações apuradas pelo g1, o motorista ficou três dias em cativeiro e só foi libertado depois que os criminosos esvaziaram suas contas bancárias.

O desaparecimento

A vítima trabalha em uma transportadora no Paraná e havia chegado à Baixada Santista para descarregar uma carga. Dois dias após a chegada, colegas de trabalho estranharam a falta de contato. No último telefonema, o caminhoneiro disse que iria a um mercado em Cubatão e, depois disso, não foi mais visto.

Diante do desaparecimento, um representante da empresa registrou um boletim de ocorrência na segunda-feira (18). A transportadora também iniciou uma campanha nas redes sociais em busca de informações sobre o paradeiro do funcionário.

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Localização e resgate

O caminhoneiro foi encontrado na quarta-feira (20), em Santos. De acordo com o boletim de ocorrência, policiais civis faziam patrulhamento de rotina no Centro quando foram abordados pela vítima, que relatou o sequestro. O motorista contou que foi abordado por dois criminosos no domingo (17), após sair de um mercado próximo à empresa onde havia deixado o caminhão estacionado, em Cubatão.

Detalhes do sequestro

Segundo o relato da vítima, ela foi encapuzada e levada para um cativeiro, onde outro criminoso já a aguardava. No local, sofreu ameaças de morte e foi obrigada a entregar cartões bancários e senhas. Apesar de não ter sido agredida fisicamente, o caminhoneiro foi ameaçado com armas diversas vezes durante o período em que ficou em poder dos sequestradores.

Ele foi libertado na quarta-feira (20), quando novamente foi encapuzado e deixado no Centro de Santos. De acordo com o caminhoneiro, os criminosos roubaram cerca de R$ 1,5 mil de suas contas bancárias e ficaram com os cartões. Os documentos pessoais e o celular foram devolvidos.

Consequências

No mesmo dia, uma equipe da transportadora foi até Santos e levou o funcionário de volta ao Paraná. Ao g1, o caminhoneiro afirmou que está traumatizado e pretende ficar afastado do trabalho por um período para se recuperar do ocorrido.

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