O promotor Amauri Silveira Filho, integrante do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Campinas, tornou-se alvo de um plano de assassinato orquestrado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) em 2025. A informação foi revelada após investigações conduzidas pelo próprio Ministério Público, que conseguiu frustrar a tentativa de homicídio contra o promotor.
Atuação do promotor
Amauri Silveira Filho é conhecido por sua atuação em investigações de alto impacto contra o crime organizado. Entre os casos que conduziu, destacam-se operações voltadas ao combate à lavagem de dinheiro, à corrupção policial e ao tráfico de drogas. Sua atuação no Gaeco de Campinas o colocou na mira de facções criminosas, especialmente o PCC.
Operações que revelaram as ameaças
As ameaças contra o promotor vieram à tona durante a Operação Linha Vermelha e a Operação Pronta Resposta, que desmantelaram esquemas de lavagem de dinheiro e revelaram a existência de planos para assassinar Amauri Silveira Filho. Mais recentemente, a Operação Infiltrados investiga vazamentos de informações e extorsão praticados por agentes públicos, possivelmente conectados ao mesmo esquema.
O promotor segue atuando em suas funções, agora com medidas de segurança reforçadas. O caso ressalta os riscos enfrentados por membros do sistema de justiça no combate ao crime organizado no Brasil.



