Pistas de pouso clandestinas do garimpo se multiplicam na Amazônia e MPF age
Pistas clandestinas de garimpo na Amazônia levam MPF a agir

O Ministério Público Federal (MPF) abriu um procedimento para investigar o crescimento acelerado das pistas de pouso clandestinas na Amazônia, que se tornaram infraestrutura essencial para o garimpo ilegal. Dados obtidos pelo órgão revelam que, apesar das ações de repressão, o crime organizado continua expandindo suas operações na região.

Aumento expressivo de pistas ilegais

Em 2024, foram identificadas 749 pistas de pouso clandestinas na Amazônia brasileira, muitas delas localizadas dentro de terras indígenas. No entanto, informações recentes do Ministério da Defesa indicam que esse número já se aproxima de 3.000 áreas de pouso ilegais. Esse crescimento vertiginoso ocorre durante o atual governo Lula, evidenciando a dificuldade do Estado em conter a atividade criminosa.

Papel das pistas no garimpo

Conforme o MPF, as pistas clandestinas são elementos fundamentais para a logística dos garimpos ilegais. Elas permitem o deslocamento de garimpeiros, o transporte de insumos e o escoamento do minério extraído de forma ilícita. A investigação busca mapear essas estruturas para subsidiar ações judiciais e administrativas nos estados da Amazônia Legal.

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Ações do MPF

O procedimento aberto pelo MPF tem como objetivo reunir informações detalhadas sobre a situação das pistas de pouso em toda a Amazônia Legal. A ideia é fornecer um panorama abrangente da infraestrutura clandestina que sustenta o garimpo ilegal, permitindo que procuradores e autoridades administrativas atuem de forma coordenada contra os envolvidos.

Com esses dados, o MPF espera fortalecer a interlocução entre seus membros e órgãos governamentais, visando desmantelar a rede logística do crime organizado na região.

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